Conheça os principais exames que avaliam a saúde do fígado, quando são indicados e como ajudam no diagnóstico precoce de doenças hepáticas. Entenda mais sobre esse assunto!

O fígado é um dos órgãos mais importantes do organismo, desempenhando funções essenciais como metabolizar nutrientes, produzir proteínas, armazenar vitaminas e eliminar substâncias tóxicas.
Diversas doenças hepáticas podem evoluir de forma silenciosa durante anos, tornando o diagnóstico precoce fundamental para evitar complicações e preservar o funcionamento adequado desse órgão.
A avaliação da saúde do fígado envolve exames laboratoriais e de imagem, escolhidos conforme os sintomas, histórico clínico e fatores de risco do paciente.
Neste artigo, abordaremos os principais exames de sangue para o fígado, os exames de imagem utilizados na investigação e quando é necessário realizar uma avaliação mais aprofundada. Leia até o final e saiba mais!
Os exames laboratoriais representam o primeiro passo na investigação de alterações hepáticas. Eles permitem identificar sinais de inflamação, lesão das células do fígado, comprometimento da função hepática e alterações na drenagem da bile.
Entretanto, resultados alterados nem sempre indicam uma doença grave, sendo necessária interpretação médica em conjunto com a história clínica e outros exames complementares.
Entre os exames mais solicitados para avaliar a saúde do fígado estão:
• TGO (AST)
• TGP (ALT)
• Gama GT
• Fosfatase alcalina
• Bilirrubinas
• Albumina
• Tempo de protrombina
• INR
Cada exame fornece informações diferentes sobre o funcionamento hepático. Enquanto algumas enzimas refletem a lesão das células do fígado, outros testes avaliam sua capacidade de produzir proteínas e fatores de coagulação.
A combinação desses resultados auxilia na identificação da causa da alteração e orienta a necessidade de exames adicionais ou acompanhamento especializado.
Os exames de imagem complementam a avaliação laboratorial e permitem analisar a estrutura do fígado, identificar alterações anatômicas e detectar doenças que nem sempre provocam mudanças importantes nos exames de sangue.
A escolha do método depende da suspeita clínica, dos fatores de risco e das alterações encontradas durante a investigação inicial.
Os exames mais utilizados incluem:
• Ultrassonografia abdominal
• Elastografia hepática
• Tomografia computadorizada
• Ressonância magnética
• Colangiopancreatografia por ressonância magnética
A ultrassonografia costuma ser o exame inicial por ser acessível e não invasivo. Já a elastografia ajuda a estimar o grau de fibrose hepática sem necessidade de procedimentos invasivos.
Em situações específicas, tomografia e ressonância fornecem imagens detalhadas para investigação de tumores, alterações vasculares, cistos ou outras doenças que exigem avaliação mais completa.
Nem sempre os exames iniciais esclarecem completamente a causa das alterações hepáticas. Dependendo dos resultados, dos sintomas e dos fatores de risco, o médico pode solicitar exames adicionais para confirmar o diagnóstico, definir a gravidade da doença e orientar o tratamento mais adequado para cada paciente.
Entre os exames complementares mais frequentemente indicados estão:
• Sorologias para hepatites virais
• Pesquisa de doenças autoimunes
• Dosagem de ferritina e saturação de transferrina
• Ceruloplasmina
• Alfa-1 antitripsina
• Biópsia hepática em casos selecionados
A investigação complementar é individualizada e busca identificar doenças específicas que podem comprometer o fígado. A realização periódica dos exames, especialmente em pessoas com fatores de risco, favorece o diagnóstico precoce e aumenta as chances de tratamento eficaz.
Manter hábitos saudáveis e acompanhamento médico regular também contribui para preservar a saúde do fígado ao longo da vida.
Entre os mais solicitados estão TGO, TGP, Gama GT, fosfatase alcalina, bilirrubinas, albumina, tempo de protrombina e INR.
Eles ajudam a identificar sinais de inflamação, lesão das células hepáticas, alterações na drenagem da bile e comprometimento da produção de proteínas e fatores de coagulação.
Ultrassonografia, elastografia hepática, tomografia, ressonância magnética e colangiopancreatografia por ressonância estão entre os métodos utilizados.
A elastografia ajuda a estimar o grau de fibrose hepática de forma não invasiva, complementando a investigação realizada por outros exames.
Quando os exames iniciais não esclarecem a causa das alterações, o médico pode solicitar testes adicionais, como sorologias, exames para doenças autoimunes e, em casos selecionados, biópsia hepática.

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